música para a alma
Quero agradecer a todos os músicos e compositores sensacionais que participaram das gravações do meu novo CD! Só posso dizer que todos são extremamente talentosos, e me maravilharam com este talento, com seu amor pela música, e cada um, em especial, com seu olhar, sensibilidade,e sua colaboração tão gratificante para com o meu trabalho! Agradeço, acima de tudo e mais uma vez à música, pelo seu poder de unir tantas pessoas, em amizade, afinidade e carinho, para a realização deste novo trabalho! Obrigada: Paulo Preto, Ligia Kas, Frank Krischman, Monalisa Lins, Marcel Zalc, Roberto Lerner, Rafael Abdalla, Nelson Zigão,Felipe Alves, Carlos Desenha, Fábio Dregs, Zé Marmou, Adriano Augusto, Adriana Sanchez, Gabi Machado e Luís Dutra!
Escrito por Olivia às 10:22 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Homenagens devem ser feitas às pessoas enquanto elas podem aproveitar. Depois vira história, e a homenagem fica com cara de marketing para enaltecer o "homenageante". O mundo perdeu um grande artista, cantor e dançarino, que sempre me pareceu uma pessoa triste. Mas a arte ama a tristeza, brota nela como o mofo na umidade, então uma coisa explica a outra.
No mais, abstraindo anos e anos de especulação, era mais uma pessoa como todas as outras, que passam a vida buscando motivos e alegrias que justifiquem todo o resto. A homenagem póstuma, para mim, é respeito em silêncio.
Escrito por Olivia às 8:55 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
1, 2, 3...gravando!

Mergulho no espaço da música aonde seus dedos me tocam e fogem ao meu toque ora se escondem de mim, ora atravessam meu corpo como o vento entra pela janela. Sou feita apenas de ar, e nesse ar notas se sucedem numa melodia intensa, saindo de minha boca livres ou contidas, sussurradas ou ensurdecedoras, entendo muito por que os pássaros conseguem cantar...é porque voam
Escrito por Olivia às 10:30 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
medito
Fagulhas surgem no espaço e despertam momentos inanimados, trazendo mudanças que desenrolam novelos e entrelaçam fios. E o vento que move as fagulhas levando o tempo ao seu extremo ínfimo, aonde o milésimo de segundo inspira e respira nele mesmo, atravessa nossos poros levando velharias de nós mesmos para outra dimensão, fragmentos de tardes e noites outras.
Escrito por Olivia às 9:50 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|